quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Cordel Amaldiçoado
Mãe: Minha filinha querida, vem comer a sopinha que eu fiz para você...
Josefa: Ta manhê, já to indo! *ela joga mais uma pedra em um animal com o estilingue*
Cangaceiro: Minha fía, o que cê tá fazendo?
Josefa: Nada papai... *esconde o estilingue*
Cangaceiro: Ocê ta machucando os animais de novo?! Eu e tua mãe já conversamos com ocê sobre isso, fía.
Josefa: Me desculpe meu querido papai. Eu te amo!
Cangaceiro: Tudo bem, tudo bem...
Josefa: Ai, morre!
-------------------------------------------(casa sai, caverna entra)------------------------------------------------
Animais entram:
Arara: Ai, mas essa menina está me enlouquecendo! Eu perdi a minha asa por causa dela!
Coelho: Eu sinto falta dos nossos amigos... E do meu olho também!!! Essa garota machucou nossos amigos e me cegou!
Coruja: Eu perdi minha pata... Agora uso uma perna de pau! Nós temos que fazer alguma coisa com essa garota!
Coelho: Mas o que...???
Arara: Acho que podemos sequestrar ela! E na hora decidimos o que iremos fazer!
Coruja: Isso, muito bem! Faremos isso hoje mesmo! E agora!
Coelho: Levem suas varinhas.... muahahahhahaha
Animais saem...
---------------------------------(caverna sai, casa entra/ musica punk entra)-------------------------------
Josefa ouvindo música................ (música sai!)
(música de tubarão entra!)
animais entram com uma sacola plástica do Extra
(para a música do Tubarão)
Animais juntos: A morte da garota é apoiada pelo MAIS BARATO, MAIS BARATO, EXTRA!
(música do tubarão volta!)
E os animais pegam a josefa e colocam ela na sacola plástica do extra.
Coelho há há há! Conseguimos!!!
Arara: Mas... O que vamos fazer com ela?!
Coruja: Ainda não sei... Vamos levar ela para a caverna secreta...
Coelho: Isso!
animais saem
Cangaceiro: Mas isso não é possível! Onde está Josefa? Aqueles animais marditos devem ter levado mía fía! Queriiiiiiiiiiiiiiida!!! Venha Cá!
Mãe: Não! Não! Meu amorzinho não! Quem iria querê aquela menina?! Por que a sequestrariam?
Cangaceiro: Ela andava machucando os bicho, lembra?
Mãe: Meu Deus filha! Eu pedi pra ela parar mas ela não me obedece!
Cangaceiro: Eu vou atrás dos bicho, sarvá nossa fía!
Mãe: Tome cuidado!
----------------------------------------(casa sai, caverna entra)---------------------------------------------------
animais entram com o saco com Josefa dentro:
Josefa: Me soltem! Me soltem! O que eu fiz para vocês?!
Coelho: HÁ HÁ! Muito engraçado! Olha bem pra mim e me fala o que você fez, pena que eu não posso olhar você por inteiro, né?
Josefa: Me desculpe por todos os seus ferimentos meus animaisinhos queridos! Desculpa pela sua perna, pela sua asa, e pelo seu olho coelinho...
Coelho: COELINHO?! COELINHO?! PERA AÍ NÉ, É SÓ COELHO OU COELHÃO! COELINHO PEGA MAL!
Josefa: Tá, tá! Me desculpe! Mas me soltem, eu juro que não faço mais nada!
Arara: Como podemos confiar em você?! Chega! Coruja, já capturamos a garota... e agora?!
Coruja: Já sei! Já sei! Vamos...Usar um feitiço nela!
Arara: Isso! Peguem suas varinhas meus amigos! HAHAHAHAHAHAHA
Cangaceiro: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!!!! *e entra na frente de Josefa*
Animais juntos: AVADA KEDAVRA!!!
Cangaceiro cai morto na frente de Josefa...
Coruja: Suas idiotas! Era para acertar na menina!!!
Coelho: Minha pontaria não é muito boa sem um olho...
Arara: Nós não erramos! O tal do cangaceiro que entrou para salvar a garota!
(Mpusica de Igreja entra)
A mão do céus vem, e leva o corpo do cangaceiro... Opa, caiu... Pego de novo e soooobe...
(Música de Igreja sai)
Mãe: Oh não! Por favor, que isso seja um sonho!
Coruja: Sangue inocente vem sendo derramado por sua causa garota... Mais corpos se juntarão com nossos amigos e junto de seu pai se você continuar fazendo o que você faz...
Mãe: Seu pai morreu por você Josefa... Você está aqui porque precisou, foi forçada a estar aqui e presenciar tudo isso... Está feliz agora?!
Josefa: Na verdade... Estou sim, não aguentava mais aquele velho me enchendo o saco! "coma legumes", "ajude a sua mãe", "não jogue pedra nos animais", "tire o lixo" blá blá blá!
Mãe: Não fale assim minha filha! Parece que você não via nada que fazia... Deixou esses pobres animais feridos... Olha esse coelinho que fofinho, perdeu o olho por sua causa!
Coelho: MINHA NOSSA! ALÉM DE COELINHO, EU SOU FOFINHO AGORA TAMBÉM?!!
Arara: Acalme-se coelho...
Josefa: É só agora eu realmente vi o que estou causando...
Mãe: E...
Josefa: E eu me desculpo por tudo...
Mãe: E...
Josefa: E nunca mais vou machucar um animal. Está bom assim mamãe?
Mãe: Está sim Josefa! Agora vamos para a nossa casa, tenho muito que lhe encinar...
Mãe e Josefa saem...
Coruja: Ufa! Finalmente essa menina aprendeu a lição!
Arara: Verdade... Mas será que elea vai fazer tudo o que disse?
Coelho: Eu não confio muito nessa garota não....
Coruja: Basta esperar pra ver...
Arara: E acreditar....
Coelho: E rezar muito!
animais saem
Josefa: Ta manhê, já to indo! *ela joga mais uma pedra em um animal com o estilingue*
Cangaceiro: Minha fía, o que cê tá fazendo?
Josefa: Nada papai... *esconde o estilingue*
Cangaceiro: Ocê ta machucando os animais de novo?! Eu e tua mãe já conversamos com ocê sobre isso, fía.
Josefa: Me desculpe meu querido papai. Eu te amo!
Cangaceiro: Tudo bem, tudo bem...
Josefa: Ai, morre!
-------------------------------------------(casa sai, caverna entra)------------------------------------------------
Animais entram:
Arara: Ai, mas essa menina está me enlouquecendo! Eu perdi a minha asa por causa dela!
Coelho: Eu sinto falta dos nossos amigos... E do meu olho também!!! Essa garota machucou nossos amigos e me cegou!
Coruja: Eu perdi minha pata... Agora uso uma perna de pau! Nós temos que fazer alguma coisa com essa garota!
Coelho: Mas o que...???
Arara: Acho que podemos sequestrar ela! E na hora decidimos o que iremos fazer!
Coruja: Isso, muito bem! Faremos isso hoje mesmo! E agora!
Coelho: Levem suas varinhas.... muahahahhahaha
Animais saem...
---------------------------------(caverna sai, casa entra/ musica punk entra)-------------------------------
Josefa ouvindo música................ (música sai!)
(música de tubarão entra!)
animais entram com uma sacola plástica do Extra
(para a música do Tubarão)
Animais juntos: A morte da garota é apoiada pelo MAIS BARATO, MAIS BARATO, EXTRA!
(música do tubarão volta!)
E os animais pegam a josefa e colocam ela na sacola plástica do extra.
Coelho há há há! Conseguimos!!!
Arara: Mas... O que vamos fazer com ela?!
Coruja: Ainda não sei... Vamos levar ela para a caverna secreta...
Coelho: Isso!
animais saem
Cangaceiro: Mas isso não é possível! Onde está Josefa? Aqueles animais marditos devem ter levado mía fía! Queriiiiiiiiiiiiiiida!!! Venha Cá!
Mãe: Não! Não! Meu amorzinho não! Quem iria querê aquela menina?! Por que a sequestrariam?
Cangaceiro: Ela andava machucando os bicho, lembra?
Mãe: Meu Deus filha! Eu pedi pra ela parar mas ela não me obedece!
Cangaceiro: Eu vou atrás dos bicho, sarvá nossa fía!
Mãe: Tome cuidado!
----------------------------------------(casa sai, caverna entra)---------------------------------------------------
animais entram com o saco com Josefa dentro:
Josefa: Me soltem! Me soltem! O que eu fiz para vocês?!
Coelho: HÁ HÁ! Muito engraçado! Olha bem pra mim e me fala o que você fez, pena que eu não posso olhar você por inteiro, né?
Josefa: Me desculpe por todos os seus ferimentos meus animaisinhos queridos! Desculpa pela sua perna, pela sua asa, e pelo seu olho coelinho...
Coelho: COELINHO?! COELINHO?! PERA AÍ NÉ, É SÓ COELHO OU COELHÃO! COELINHO PEGA MAL!
Josefa: Tá, tá! Me desculpe! Mas me soltem, eu juro que não faço mais nada!
Arara: Como podemos confiar em você?! Chega! Coruja, já capturamos a garota... e agora?!
Coruja: Já sei! Já sei! Vamos...Usar um feitiço nela!
Arara: Isso! Peguem suas varinhas meus amigos! HAHAHAHAHAHAHA
Cangaceiro: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!!!! *e entra na frente de Josefa*
Animais juntos: AVADA KEDAVRA!!!
Cangaceiro cai morto na frente de Josefa...
Coruja: Suas idiotas! Era para acertar na menina!!!
Coelho: Minha pontaria não é muito boa sem um olho...
Arara: Nós não erramos! O tal do cangaceiro que entrou para salvar a garota!
(Mpusica de Igreja entra)
A mão do céus vem, e leva o corpo do cangaceiro... Opa, caiu... Pego de novo e soooobe...
(Música de Igreja sai)
Mãe: Oh não! Por favor, que isso seja um sonho!
Coruja: Sangue inocente vem sendo derramado por sua causa garota... Mais corpos se juntarão com nossos amigos e junto de seu pai se você continuar fazendo o que você faz...
Mãe: Seu pai morreu por você Josefa... Você está aqui porque precisou, foi forçada a estar aqui e presenciar tudo isso... Está feliz agora?!
Josefa: Na verdade... Estou sim, não aguentava mais aquele velho me enchendo o saco! "coma legumes", "ajude a sua mãe", "não jogue pedra nos animais", "tire o lixo" blá blá blá!
Mãe: Não fale assim minha filha! Parece que você não via nada que fazia... Deixou esses pobres animais feridos... Olha esse coelinho que fofinho, perdeu o olho por sua causa!
Coelho: MINHA NOSSA! ALÉM DE COELINHO, EU SOU FOFINHO AGORA TAMBÉM?!!
Arara: Acalme-se coelho...
Josefa: É só agora eu realmente vi o que estou causando...
Mãe: E...
Josefa: E eu me desculpo por tudo...
Mãe: E...
Josefa: E nunca mais vou machucar um animal. Está bom assim mamãe?
Mãe: Está sim Josefa! Agora vamos para a nossa casa, tenho muito que lhe encinar...
Mãe e Josefa saem...
Coruja: Ufa! Finalmente essa menina aprendeu a lição!
Arara: Verdade... Mas será que elea vai fazer tudo o que disse?
Coelho: Eu não confio muito nessa garota não....
Coruja: Basta esperar pra ver...
Arara: E acreditar....
Coelho: E rezar muito!
animais saem
Ciro Fernandes- Mariana Bolini 7D n°24
Ciro fernandes
Ciro fernandes, nasceu em Uiraúna, Paraíba, em 31 de janeiro de 1942.
Começou a desenhar ainda criança, pintando nas paredes da casa de seus avós.
Aos 17 anos, foi para o rio de janeiro e desde entao, fez varias pinturas, desenhos e xilogravuras inclusive capas de livros para Orígines Lessa.
Ciro aprendeu com o mestre José Altino, de João pessoa os segredos da xilogravura, que no nordeste é feita em casca de cajá e de imburana (pequena árvore da caatinga preferida pelos artistas por causa de sua constituição mole.
Ciro, então, largou tudo e voltou a trabalhar como artesão e artista onde expressa sua generosidade e sua filosofia de vida mansa na base de "viver, e deixar os outros veverem".
http://www.ablc.com.br/gravuras/gravuras.htmhttp://7a5grupodeestudos2011.blogspot.com/2011/09/ciro-fernandes-matheus-7a-no-22.html2.html
na imagem, Ciro Fernandes
Ciro fernandes, nasceu em Uiraúna, Paraíba, em 31 de janeiro de 1942.
Começou a desenhar ainda criança, pintando nas paredes da casa de seus avós.
Aos 17 anos, foi para o rio de janeiro e desde entao, fez varias pinturas, desenhos e xilogravuras inclusive capas de livros para Orígines Lessa.
Ciro aprendeu com o mestre José Altino, de João pessoa os segredos da xilogravura, que no nordeste é feita em casca de cajá e de imburana (pequena árvore da caatinga preferida pelos artistas por causa de sua constituição mole.
Ciro, então, largou tudo e voltou a trabalhar como artesão e artista onde expressa sua generosidade e sua filosofia de vida mansa na base de "viver, e deixar os outros veverem".
http://www.ablc.com.br/gravuras/gravuras.htmhttp://7a5grupodeestudos2011.blogspot.com/2011/09/ciro-fernandes-matheus-7a-no-22.html2.html
na imagem, Ciro Fernandes
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Lourival Baptista
Lourival Baptista
Seu nome completo é Lourival Batista Patriota, também chamado "Louro do Pajeú", nasceu em 06 de janeiro de 1915 em São José do Egito no sertão de Pernambuco.
Iniciou seus estudos em Alagoinha. Concluiu o curso ginasial em 1933 em Recife. No ano de 1943, formou-se em medicina pela Universidade Federal da Bahia. Foi deputado estadual , prefeito, deputado federal, governador de Sergipe e foi um dos mais famosos poetas populares e repentistas do Nordeste . Era conhecido como “o rei do trocadilho”.
Irmão de outros dois repentistas famosos (Dimas e Otacílio Batista) e genro do poeta Antônio Marinho (a "Águia do sertão"), foi um dos grandes parceiros do paraibano Pinto do Monteiro. Satírico e rápido no improviso, era temido por seus competidores.
Morreu em São José do Egito, a 05 de dezembro de 1992
Terso Rafael, rico fazendeiro, estava presente a uma cantoria de Lourival, tendo sido saudado por este, com a seguinte estrofe:
Eu vou convidar a Terso,
Para ver se Terso vem
Melhoraria de sorte
Ficaria muito bem
Se terso mandasse um terço
Dos terços que Terso tem.
Numa cantoria com Odilon Nunes de Sá, este advertiu Lourival:
Cuidado, seu Lourival
Que sou um velho capaz.
Lourival responde:
Você é velho demais
E ainda quer ser valente
Em cima não tem cabelo
Na boca não tem um dente
Por fora não tem figura
Por dentro não tem repente.
No dia do falecimento do papa João XXIII, Lourival cantava com Otacílio, seu irmão mais novo. Por coincidência, era o último dia de um mês de trinta e um. Como bom católico, Otacílio lamentava aquele acontecimento:
O mês já chegou ao fim
O Papa não mais existe!
Lourival concluiu com esta sextilha:
Em tudo isso o mais triste
Morrerem os dois duma vez
O mês se acabou com o Papa
E o Papa no fim do mês
O mês sendo trinta e um
E o Papa era vinte e três.
Fontes:
Definição e Histórico de Xilogravura - Beatriz n° 3
Definição:
A palavra Xilogravura é composta por xilon em grego quer dizer madeira e gráfo que tambem em grego quer dizer gravar, escrever.
Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana.
Histórico:
Fontes:
Definição:
http://www.casadaxilogravura.com.br/xilo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura
Histórico:
http://www.teatrodecordel.com.br/xilogravura.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura
A palavra Xilogravura é composta por xilon em grego quer dizer madeira e gráfo que tambem em grego quer dizer gravar, escrever.
Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana.
Histórico:
A xilogravura já era conhecida dos egípcios, indianos e persas, que a usavam para a estampagem de tecidos. Mais tarde, foi utilizada como carimbo sobre folhas de papel para a impressão de orações budistas na China e no Japão.
No ocidente, ela já se afirma durante a Idade Média. No século XVIII duas inovações revolucionaram a xilogravura. A chegada à Europa das gravuras japonesas a cores, que tiveram grande influência sobre as artes do século XIX, e a técnica da gravura de topo criada por Tomas Bewick.
No final do século XVIII Thomas Bewick teve a idéia de usar uma madeira mais dura como matriz e marcar os desenhos com o buril, instrumento usado para gravura em metal e que dava uma maior definição ao traço. Dessa maneira Bewick diminuiu os custos de produção de livros ilustrados e abriu caminho para a produção em massa de imagens pictóricas. Mas com a invenção de processos de impressão a partir da fotografia a xilogravura passa a ser considerada uma técnica antiquada. Atualmente ela é mais utilizada nas artes plásticas e no artesanato. Imagens:
Imagens feita no Cordel:
Fontes:
Definição:
http://www.casadaxilogravura.com.br/xilo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura
Histórico:
http://www.teatrodecordel.com.br/xilogravura.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura
Literatura de Cordel - Definição e Histórico - Laura 7D 18
A literatura de cordel é tipo um poema popular, contando sobre lendas e ocasiões de dia a dia, pendurados em cordas e cordeis, o que deu origem ao nome originado em Portugual, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. São escritos de forma rimada ilustrados com xilogravuras. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.Fontes: Imagem:
sábado, 20 de agosto de 2011
Laura Carvalho nº19 / 7D - Gilvan Samico
Gilvan Samico
Samico é pintor,professor, desenhista e gravurista brasileiro. Samico começou sua carreira influenciado pelo expressionismo de artistas como Oswaldo Goeldi e Lívio Abramo, mas atualmente é conhecido por suas meticulosas xilogravuras, inspiradas na tematica e estilo da gravura popular do nordeste do Brasil.
Freqüentou o Ateliê Coletivo da Sociedade de Arte Moderna no Recife no início da década de 1950 e por vários anos dedicou-se à pintura. Em seguida, dedicou-se à gravura, o que lhe deu projeção nacional e fora do Brasil. Seu primeiro trabalho em gravura data de 1953: "Pescadores", gravura feita a partir de uma placa de gesso.
Samico já viveu no Rio Janeiro e em São Paulo, mas atualmente vive em Olinda. Expôs em 14 países e já ganhou vários prêmios. Uma das suas fontes de inspiração é a literatura de Cordel.
Uma curiosidade: Samico já produziu 127 gravuras!
Algumas obras:
Juvenal e o Dragão - xilogravura
A espada e o dragão - 2000
Enquete:
Em que ano Gilvan Samico nasceu?
a) 1940
b) 1828
c) 1899
d) 1969
Quantos anos Samico tem?
a) 45
b) 69
c) 98
d) 83
Quantas obras Samico ja fez?
a) 127
b) 57
c)312
d) 266
Bibliografias:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilvan_Samicohttp://www.peaz.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1414&Itemid=143
Assinar:
Postagens (Atom)












